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DACS | 6 Jul 2017
A Arquidiocese vai ter mais seis diáconos. Venha conhecê-los!
As ordenações são no próximo Domingo, dia 9 de Julho, às 15h30, na Cripta do Sameiro.
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  © Avelino Lima I DM (ordenações diaconais 2016)

Tiago Cunha, Carlos Leme, Rui Araújo, Filipe Alves, Joaquim Ferreira e José Silva vão ser ordenados diáconos no próximo Domingo, dia 9 de Julho, às 15h30, na Cripta do Sameiro. Alguns almejam o sacerdócio. Outros serão diáconos permanentes. Conheça cada um deles e o porquê de seguirem este caminho.

 

A caminho do sacerdócio…

Tiago Leonel Cunha

“Eu chamo-me Tiago Leonel Araújo Cunha, tenho 25 anos, sou natural da Paróquia de Santa Maria de Caires, Arciprestado de Amares.”

Tiago Leonel destaca as três comunidades onde descobriu, discerniu e amadureceu a sua vocação: “a comunidade enquanto família, a comunidade paroquial e a comunidade do Seminário”. Após uma passagem de três anos no pré-seminário, percebeu que Deus o chamava “a algo mais” e seguiu para o seminário menor. No seminário maior prosseguiu a sua caminhada rumo ao sacerdócio. Motiva-o sentir que é chamado por Deus a dar a vida pelos outros e “responder a um convite de forma totalmente generosa e incondicional” tornando-se “presença de Deus junto de cada pessoa”. “A grande máxima ao abraçar esta missão é estar disponível para servir, tendo como único modelo a seguir Jesus ao lavar os pés aos Apóstolos, totalmente despojado para servir aqueles que O haviam de seguir”, explica.

 

 Carlos Leme

“Chamo-me Carlos Costa Leme, sou da paróquia de S. Tiago de Gagos, Arciprestado de Celorico de Basto. Tenho 42 anos, nasci em Luanda. Sou o mais novo de sete irmãos. Tenho quatro sobrinhos e dois cunhados. A minha mãe é viúva há 39 anos.” 

Carlos diz que “desde muito novo” sente o chamamento a ser padre, mas por “vergonha e por medo” foi escondendo essa vontade dos familiares e amigos. Aos 20 anos tentou entrar no seminário, mas desistiu. Licenciou-se em Contabilidade e exerceu a profissão de Técnico Oficial de Contas (TOC) durante 11 anos. “Um dia contei a um padre amigo o chamamento de Deus, e ele encaminhou-me para o pré-seminário adulto”, explica. Em Setembro de 2011 assim o fez: deixou para trás a carreira de TOC para responder positivamente àquilo que pensa ser “a vontade de Deus, de anunciar a Boa Nova e servir a Igreja, que é o Corpo Místico de Cristo da qual Ele é a cabeça”.

 

Rui Filipe Araújo

Chamo-me Rui Filipe Marques Araújo, tenho 23 anos e sou natural da paróquia de Santa Maria de Airão, do arciprestado de Guimarães/Vizela.” 

Com sete anos de idade, Rui pediu aos pais para ir para o Seminário. Os pais acharam o pedido “esquisito”. Foram a avó e um seminarista que conhecia que lhe falaram sobre a possibilidade de frequentar o pré-seminário. E assim foi, esteve lá quatro anos, até entrar para o seminário menor, com 12 anos, dando continuidade ao percurso no seminário maior. Um percurso vocacional, diz, “edificado na vontade de uma só pessoa: Deus”, garante da sua felicidade. Motiva-o o facto de poder ser “uma ponte entre Deus e a humanidade”. “Mas esta ponte não é pesada, não é autoritária, muito menos um obstáculo para quem quer chegar junto de Deus. (…) É uma ponte que compreende, que procura responder aos dramas da vida das pessoas, que procura levar a Alegria do Evangelho”, descreve.

 

Filipe Alves

“Sou o Filipe Alves, tenho 36 anos de idade e sou natural de S. Vicente do Bico, Amares.”

A vida de Filipe tem sido “quase em exclusivo dedicada ao estudo”. Concluiu a Licenciatura e Mestrado em Relações Internacionais na Universidade do Minho. Entretanto, entrou no Seminário Conciliar de Braga e seguiu o Mestrado Integrado em Teologia na Universidade Católica Portuguesa. Nem sempre a sua vontade esteve configurada com a de Deus. Viveu uma “luta pessoal muito forte”, até perceber que “estava a negar uma graça imensa”. A sua principal motivação para vir a ser padre vem da escuta. “Deus foi paciente comigo, mostrou-me o Seu amor. Cedi, não há amor maior. Percebi a alegria, a beleza e a graça de O poder vir a servir, neste mundo, como padre. Assim o espero”, diz.

 

 

A caminho do diaconado permanente…


Joaquim Ferreira

“Sou o Joaquim da Costa Ferreira, tenho 68 anos e resido em Vimieiro. Sou casado e pai de filhas. Estudei nos seminários de Nossa senhora da Conceição, em Braga, e da Pia Sociedade de S. Paulo, em Camarate, Lisboa. Cumpri o serviço militar em Angola.”

Joaquim trabalhou durante 20 anos numa empresa, depois, ao longo de seis anos geriu uma empresa de restauração. Já reformado, regressou à vida académica e concluiu a licenciatura em Filosofia, na Universidade do Minho. Agora, estuda Ciências Religiosas na Faculdade de Teologia, em Braga. Está no segundo ano. Encara o diaconado não como uma escolha, mas como uma dádiva de Deus. O convite partiu do seu pároco. Aceitou, prontamente, tal como os anteriores trabalhos paroquiais, que enumera: “visita aos doentes, ministro extraordinário da comunhão, catequeses e liturgia”. Sobre o que o motiva a aceitar o diaconado, diz: “A motivação gera-se, acima de tudo no encanto das escrituras e na vida eclesial”.

 

José António Silva

O meu nome é José António Silva, tenho 51 anos, sou natural da freguesia de S. Sebastião, Concelho de Guimarães. Embora resida na Paróquia de Creixomil, em Guimarães, todo o meu trabalho pastoral é feito em S. Sebastião, minha paróquia de referência.”

O percurso de José Silva esteve sempre ligado à Igreja. É catequista na paróquia de S. Sebastião, em Guimarães, desde 1985. Entre 1987 e 2008 pertenceu ao Departamento Arquidiocesano da Catequese. Foi membro do Grupo de Jovens de S. Sebastião e da equipa arquidiocesana e nacional dos Convívios Fraternos. É funcionário bancário e dirige uma empresa juntamente com a esposa. Relativamente ao diaconado, move-o a vontade de “servir a Igreja e os irmãos”. Compreendeu, há 35 anos, que a sua “primeira vocação era a vocação matrimonial, mas sempre incluída num serviço de Igreja”. “Sou mais um que continua ao serviço da Igreja, só que numa disponibilidade muito maior”, confessa.

 
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