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DACS | 14 Jul 2017
Saiba o que inspira os novos padres da Arquidiocese
Conheça os lemas sacerdotais dos novos presbíteros e o porquê da sua escolha.
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  © Avelino Lima I DM (ordenações diaconais 2016)

A partir do próximo Domingo, dia 16 de Julho, a Arquidiocese de Braga terá mais seis padres. Prestes a serem ordenados sacerdotes, Paulo Jorge Gomes, Fernando Torres, José Pedro Oliveira, Fernando Machado, Rúben Cruz e Vítor Emanuel Sá revelam o lema sacerdotal que escolheram e o porquê de optarem por essa frase para os acompanhar ao longo do percurso.

 
 

Paulo Jorge Gomes

28 anos; natural da Silva, Barcelos


“Escolhi como frase inspiradora para o meu ministério sacerdotal a citação do Evangelho segundo São Lucas: «Seguir-Te-ei, para onde quer que fores» (Lc 9, 57). Nestas palavras, leio a atitude de desprendimento, prontidão e liberdade que devem definir qualquer discípulo chamado por Jesus Cristo. Espero que estas atitudes me identifiquem enquanto sacerdote, na missão que me for confiada. A vida ensinou-me a ter sempre presente este sentido de prontidão, porque o nosso Bom Deus sempre me pregou algumas surpresas, e, desde a universidade ao trabalho, a vida lá teve de seguir o rumo que Ele quis, e não propriamente o que eu inicialmente pensava.”

 

 Fernando Torres

28 anos; natural de Guardizela, Guimarães

«Uma só coisa peço ao Senhor: Habitar, para sempre na casa do Senhor» (Sl 27, 4). Escolhi esta frase bíblica, porque sinto que ilumina a minha vida enquanto baptizado. Habitar na casa do Senhor, ou seja, sentir-me filho amado por Deus, é o princípio e o fim do discípulo missionário. Princípio, porque toda a vida e acção pastoral tem por base o sopro do Espírito. A missão de um cristão não pode ser só resultado das suas excelentes capacidades de liderança, de apelo, de oratória, de relação, etc. Fim, porque todos somos chamados a experienciar Cristo na nossa vida e, por conseguinte, levar os outros a Cristo. Contudo, esta frase bíblica é uma súplica e uma preocupação. Revejo-me no apóstolo Filipe que suplicava a Cristo que Ele lhe mostrasse o Pai. Cristo está em comunhão íntima com o Pai e é essa comunhão que, sinto, sou chamado a participar. Rogo que toda a Humanidade se abra à comunhão com Deus e, concretamente, O ame no ministério do sacerdócio que abraço com alegria.

 
  

José Pedro Oliveira

26 anos, natural de São Cipriano de Tabuadelo, Guimarães

«Não tenhais medo de vos dar a Cristo! Ele não tira nada, dá tudo» (Bento XVI): é uma daquelas afirmações que mais me marcou no processo de amadurecimento da vontade de ser padre, tornando-se imperativo indelével para o meu serviço pastoral na Igreja. Confio-me a Cristo, com a certeza íntima que só o coração garante e a fé suporta, pois toda a inteligência é pouca ou nada para alcançar o mistério deste chamamento e a insondável decisão de responder numa comunhão de vontades. Assim, procurarei agir com alegria e amor, apresentando como referência de mim mesmo e dos outros Aquele que é a medida, o valor e a força para todos: Jesus Cristo, o Bom Pastor.

 
 
 Fernando Machado

40 anos, natural de Navais, Póvoa de Varzim

Temos necessidade de ter um elemento seguro no qual possamos depositar a nossa confiança e sentirmo-nos seguros quanto ao projecto a que nos propomos construir, um projecto de vida que inclui Deus, o elemento seguro, no Qual nos realizamos. 

O lema «Sei em Quem pus a minha confiança» (2Tim 1,14) surge como um acto de confiança em Deus. Deus é o refúgio seguro nas adversidades da vida. Quando todos e tudo falha, resta-nos a fidelidade de Deus. Com Ele na vida, tal como os discípulos na barca batida pela tempestade, dá-nos confiança e serena os nossos medos. A confiança leva-nos à comunhão. Deus é comunhão e quer construir uma relação de comunhão com o homem. Deus confia no homem e quer construir com o homem uma sociedade nova, na qual as relações humanas estão asseguradas.

 
 

Rúben Cruz

24, natural de Argivai, Póvoa de Varzim

«Cristo Jesus julgou-me digno de confiança e chamou-me ao seu serviço» (1Tm 1, 12). Tal como o Apóstolo, através deste versículo quero dar graças pelo dom da vocação que Deus me concedeu. A confiança aparece como algo compartilhado na relação que desenvolvo, intimamente, com Cristo Jesus. Neste encontro entre as duas pessoas, Deus que chama e o homem que responde, o acto de confiar é inexoravelmente necessário para uma resposta coerente, para uma entrega para além do próprio limite, sem calculismos nem hesitações. Arrisco em afirmar que a confiança com que Jesus me chama encontra par na forma confiante como respondo, através da oração, do diálogo permanente com ele, na escuta atenta da Sua Palavra, na contemplação da alegria maior do encontro com o Senhor Ressuscitado.

 
 

Vítor Emanuel Sá

24 anos; natural de Adães, Barcelos

A véspera de um grande acontecimento é sempre vivida sob grande tensão e expectativa. A ordenação sacerdotal é o corolário e, ao mesmo tempo, o ponto de partida de vários anos de caminhada. Traduz, para mim, um sentido de consagração e entrega que já vem sendo preparado e harmonizado. Contudo, neste momento, sendo ainda muito jovem, desejo que o meu ministério se paute pela atitude de quem quer “gastar” a vida ao serviço do Reino de Deus e daquilo que a Igreja me pedir pois, como refere o dístico que escolhi para a ordenação, «O bom pastor dá a vida pelas suas ovelhas» (Jo 10, 11).

 
A cerimónia de ordenação presbiteral realiza-se às 15h30, na Cripta do Sameiro. Para além dos seis sacerdotes da Arquidiocese de Braga, será ordenado Wilson Santos, da Comunidade Cristo de Betânea.
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