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Departamento Arquidiocesano da Pastoral Vocacional | 26 Jun 2018
“Pastoral Juvenil Vocacional” foi o tema central das Jornadas Pastorais do Episcopado realizadas em Fátima
Iniciativa contou com a participação do Coordenador do Departamento Arquidiocesano da Pastoral Vocacional, o P.e Mário Martins.
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Realizaram-se em Fátima, entre os dias 18 e 20 de Junho, as Jornadas Pastorais do Episcopado, subordinadas ao tema “Pastoral Juvenil Vocacional”, em que os bispos católicos de Portugal foram convidados a reflectir a partir das intervenções dos oradores convidados, o P.e Fabio Attard e o P.e Mario Oscar Llanos, que apontaram linhas directivas e ajudaram a reconhecer o ponto de situação em que a Igreja portuguesa se encontra “relativamente aos trabalhos vocacionais com os jovens”.

Estas jornadas, que contaram também com a presença e participação do Coordenador do Departamento da Pastoral Vocacional da Arquidiocese de Braga, o P.e Mário Martins, enfatizaram que existe uma “verdadeira necessidade” de investir “na arte do acompanhamento e do discernimento dos jovens”.

No documento onde constam as conclusões deste evento, publicado pela Conferência Episcopal, é referido que “é importante trabalhar a humildade e é crucial, nos tempos atuais, saber escutar os jovens” porque a humildade “é a postura adequada” para aprender a comunicar com os jovens e a “compreender as suas vivências” e, para isso, “é necessário ter atitudes pacientes e acolhedoras”.

Como os jovens andam “em busca de testemunhas, com propostas e ambientes que ofereçam sentido de pertença e de identidade”, os participantes concluíram que “ser testemunha autêntica e coerente é um valor fundamental a que os jovens de hoje são especialmente sensíveis”. Logo, a “empatia é essencial” neste caminho e “o testemunho é determinante”.

Deste modo, os bispos entendem que a animação vocacional “não pode reduzir-se à capacidade de ser bons animadores”, porque “é necessário dar importância à sobriedade das coisas, ser transparente, que o jovem encontre sintonia entre a palavra e o gesto”.

As conclusões realçam ainda que “é belo o momento em que o jovem sente que é amado por Cristo, e que “essa é a missão do guia que, silenciosamente, lhe vai transmitindo o sentido de transcendência”. Neste sentido, “importa que haja centralidade da Palavra de Deus nos projectos pastorais com os jovens”.

Além disso, e como referido, “a vida em comunidade e em comunhão é central no projecto de vida do cristão” e que “os jovens que andam à procura não podem chegar ao verdadeiro amadurecimento, se não se sentirem apoiados por uma comunidade”. Deste modo, “a experiência dos grupos é um bem a valorizar”.

Em suma, e como o documento salienta, a pastoral vocacional na vida da Igreja continua a “ser prioridade e prioritária”, não apenas em sentido de “uma vida consagrada e ordenada, mas em sentido baptismal”.

Esta pastoral exige “governo vocacional para que não reine a anarquia na hora do acompanhamento e do discernimento”, referem as conclusões, nas quais se apela à formação de “animadores e acompanhantes vocacionais”. Isto, porque a pastoral vocacional “deve ser transversal a toda a pastoral da Igreja e com ela faz-se verdadeira evangelização, com novidade e com criatividade”, como, de resto, o Departamento Arquidiocesano da Pastoral Vocacional tem procurado enfatizar largamente em todas as iniciativas que promove, desenvolve e participa.

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