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Boletim Paroquial
Boletim 369 - II Domingo da Quaresma - Ano A - 08-03-2020
Crónica para o XXVII Domingo do Tempo Comum - Ano C - 2 de 0utubro de 2022

 

 

XXVII Domingo do Tempo Comum

Ano C

«Fé…»

 

Não podemos definir a Palavrinha Fé.
Duas letras bem unidas que dão origem a uma misteriosa combinação.
São como duas cores inúteis, que quando se misturam deslumbram o brilho do olhar com tamanha beleza.
A Fé tem o peso e a medida infinita para quem anseia a felicidade.
É urgente ser um condutor de Fé.
Ter Fé é ter tudo… E tu? Tens Fé?

Perante a adversidade no caminho…
As dúvidas que nos avassalam…
As trevas que nos cobrem o rosto…
As injustiças que nos aprisionam…
Os medos que nos dominam…
Os silêncios que nos afastam do perdão…
As mãos que se fecham… ergamos bem alto a bandeira da Fé!

Hoje, o 27º Domingo do Tempo Comum, do Ano C, abandona um apelo no ar:  «Aumenta a nossa fé»

É no abandono total que a Fé floresce e crescemos como Filhos muito amados de Deus.
Quando não encontras explicação: Tem Fé!
Quando os becos são maiores do que as saídas: Tem Fé!
Quando tudo te oferece o sabor amargo do fel: Tem Fé!

A Fé levar-te-á até onde Deus te quer encontrar.
Não hesites!
Nas palavras, nos passos, na escuta, no olhar, no abraço: coloca Fé!

Para esta semana e para toda a tua vida: Fé!
Palavra pequenina que faz de mim e de ti seres humanos enormes!

 

Arquidiocese

Ano Pastoral 2021+2022

"Onde há amor, nascem gestos"

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Padre Duarte Nuno Rocha | Póvoa de Varzim| 2 Fev 2020
Boletim 364 - Domingo da Apresentação do Senhor - Ano A - 02-02-2020
«O Menino crescia e tornava-Se robusto, enchendo-Se de sabedoria. E a Graça de Deus estava com Ele.»
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RECEBAMOS A LUZ CLARA E ETERNA...

 

Todos nós que celebramos e veneramos com tanta piedade o mistério do Encontro do Senhor, corramos para Ele com todo o fervor do nosso espírito. Ninguém deixe de participar neste Encontro, ninguém se recuse a levar a sua luz. Levemos em nossas mãos o brilho das velas, para significar o esplendor divino d’Aquele que Se aproxima e ilumina todas as coisas, dissipando as trevas do mal com a sua luz eterna, e também para manifestar o esplendor da alma, com o qual devemos correr ao encontro de Cristo. Assim como a Virgem Mãe de Deus levou ao colo a luz verdadeira e a comunicou àqueles que jaziam nas trevas, assim também nós, iluminados pelo seu fulgor e trazendo na mão uma luz que brilha diante de todos, devemos acorrer pressurosos ao encontro d’Aquele que é a verdadeira luz. Na verdade a luz veio ao mundo e, dispersando as trevas que o envolviam, encheu-o de esplendor; visitou-nos do alto o Sol nascente e derramou a sua luz sobre os que se encontravam nas trevas: este é o significado do mistério que hoje celebramos. Caminhemos empunhando as lâmpadas, acorramos trazendo as luzes, não só para indicar que a luz refulge já em nós, mas também para anunciar o esplendor maior que dela nos há-de vir. Por isso, vamos todos juntos, corramos ao encontro de Deus. Eis que veio a luz verdadeira, que ilumina todo o homem que vem a este mundo. Todos nós, portanto, irmãos, deixemo-nos iluminar, para que brilhe em nós esta luz verdadeira. Nenhum fique excluído deste esplendor, nenhum persista em continuar imerso na noite, mas avancemos todos resplandecentes; iluminados por este fulgor, vamos todos juntos ao seu encontro e com o velho Simeão recebamos a luz clara é eterna; associemo-nos à sua alegria e cantemos com ele um hino de acção de graças ao Pai da luz, que enviou a luz verdadeira e, afastando todas as trevas, nos fez participantes do seu esplendor. A salvação de Deus, com efeito, preparada diante de todos os povos, manifestou a glória que nos pertence a nós, que somos o novo Israel; e nós próprios, graças a Ele, vimos essa salvação e fomos absolvidos da antiga e tenebrosa culpa, tal como Simeão, depois de ver a Cristo, foi libertado dos laços da vida presente. Também nós, abraçando pela fé a Cristo Jesus que vem de Belém, nos convertemos de pagãos em povo de Deus (Jesus é com efeito a Salvação de Deus Pai) e vemos com os nossos próprios olhos Deus feito carne; e porque vimos a presença de Deus e a recebemos, por assim dizer, nos braços do nosso espírito, nos chamamos novo Israel. Com esta festa celebramos cada ano de novo essa presença, que nunca esquecemos”

(Orat. 3 de Hypapante, 6-7: PG 87, 3, 3291-3293) (Sec. VII)


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