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Boletim Paroquial
Boletim 369 - II Domingo da Quaresma - Ano A - 08-03-2020
Crónica para o XXV Domingo do Tempo Comum - Ano B - 19 de Setembro de 2021

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XXV DOMINGO DO  TEMPO COMUM

Ano B

«O maior!»

“Para quem tem Deus, a Paz basta!”

O que habita no nosso interior?
O desejo profundo de sentir serenidade?
Alimentar a mansidão que irradia do nosso coração?
Matar a rivalidade e as invejas que nos rodeiam?

Na verdade, queremos ser os primeiros! Os maiores!

Senhor, meu Deus e meu Pai
Afasta do meu caminho os ímpios que levantam questões sobre a minha filiação divina.
Rogo que venhas em meu auxílio para que as minhas paixões mundanas sejam aniquiladas.
Faz-me entender que o Teu Caminho tem como fim a Ressurreição.

Hoje, a Liturgia do 25º Domingo do Tempo Comum, do Ano B, semeia uma mensagem de Paz, para todos os que praticam a Paz.
Jesus pergunta: «Que discutíeis no caminho?»
O silêncio dos Seus discípulos faz com que o Mestre encontre uma resposta simples, bela e pura, para os problemas complicados, feios e impuros de cada um de nós:
«Quem receber uma destas crianças em meu nome é a Mim que recebe;
e quem Me receber não Me recebe a Mim, mas Àquele que Me enviou»

A guerra acontece, quando termina a mansidão de quem tem Deus na sua presença.
A Paz não é um caminho que se faça de ânimo leve…
É tortuoso…
Deixa-nos muitas vezes sem forças e sem vontade para permanecermos no silêncio, que ilumina a nossa paciência!

Já é tempo de receber Deus no nosso coração.
Deixemo-nos de caprichos, hipocrisias, cobiças, conflitos, ciladas, guerras e torturas sem fim.
Somos chamados pelo Pai para vivermos segundo o Evangelho do Cristo…
Não podemos desperdiçar a oportunidade de derramar Paz no mundo.

É preciso rezar…
Que o diálogo com Deus aqueça as noites frias.
Que cada um de nós seja um instrumento de justiça.

Que a nossa maior ambição seja sentarmo-nos no regaço de Jesus.
Olhá-Lo com a ternura das crianças…
E… sentir que a Sua Paz vive em cada um de nós!

Invoca o Senhor que te deu a vida.
Faz-te pequenino, humilde, criança…
As tuas obras serão a concretização das tuas palavras.

Vai em Paz…

Vive em paz…

 

 

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Ano Pastoral 2021+2022

"Onde há amor, nascem gestos"

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Padre Duarte Nuno | Póvoa de Varzim| 8 Mar 2020
Boletim 369 - II Domingo da Quaresma - Ano A - 08-03-2020
«Escutai-O!»
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O TEMPO DO CORAÇÃO

Um dos verbos mais utilizados em toda a Bíblia é «escutar». Desde o início, o Povo de Deus pensou-se a si próprio como comunidade de escuta. Se há uma representação que exprime com fidelidade o que o Povo de Deus faz, quando se congrega ou quando caminha ao longo da história, é a premissa do verbo escutar. Para escutar temos, talvez, de silenciar a voz indistinta que nos captura, emudecer o rumor, fazer calar as resistências interiores que são muitas vezes uma concha que blinda a vida e não permitem à beleza da Palavra revelar-se. Também na regra de São Bento há uma expressão essencial, se queremos perceber como se ativa uma escuta autêntica: «abre o ouvido do teu coração». Quer dizer: a escuta não se faz apenas com o ouvido exterior, mas com o sentido do coração. A escuta não é apenas a recolha do discurso verbal. Antes de tudo é atitude, é inclinar-se para o outro, é confiar-lhe a nossa atenção, é disponibilidade para acolher o dito e o não dito, o entusiasmo da história ou a sua dor mais ou menos sussurrada, o sentimento de plenitude ou de frustração. E fazer isto sem paternalismos e sem cair na tentação de se substituir ao outro. Ouvir é oferecer um ombro, onde o outro possa colocar a mão, para rapidamente se levantar.

 

COMUNIDADO – Normas da Conferência Episcopal Portuguesa

“Perante a situação que estamos a viver em todo o mundo, motivada pelo coronavírus COVID-19, apelamos à serenidade e ao incremento da prevenção nos cuidados de higiene. Nesse sentido, convidamos a seguir estritamente as indicações e normas da Direção Geral de Saúde. Como em situações semelhantes e em sintonia com outras conferências episcopais e dioceses, e para evitar situações de risco, recomendamos algumas medidas de prudência nas celebrações e espaços litúrgicos, como, por exemplo,

a comunhão na mão, a comunhão por intinção dos sacerdotes concelebrantes, a omissão do gesto da paz e o não uso da água nas pias de água benta.


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