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DACS com Vida Nueva Digital | 30 Nov 2021
Arcebispo de Washington: “Ser o primeiro cardeal afro-americano é uma oportunidade para aproximar culturas e raças da Igreja”
Wilton D. Gregory observa que o documento da Conferência Episcopal dos Estados Unidos sobre a comunhão “é uma declaração triste quando a Eucaristia, que deveria ser o sacramento da unidade, é usada como uma expressão de divisão.”
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  © Vatican Media

Há um ano, o Papa Francisco criou o Cardeal Wilton D. Gregory, Arcebispo de Washington. Doze meses depois de receber o solidéu, reviu o seu ministério, que o levou às manchetes como o primeiro cardeal afro-americano entre os bispos americanos.

“Durante o ano passado senti-me especialmente próximo do Papa Francisco, embora não o tenha visto desde a cerimónia do Consistório”, destaca numa entrevista ao jornal Catholic Standard.

 

Apoio da comunidade afro-americana

Nestes meses, o cardeal Gregory ficou entusiasmado com a visita do Papa ao Iraque e rezou pela sua recuperação quando foi operado em Julho.

“A comunidade afro-americana tem-me apoiado muito. Expressaram apoio e afecto, mas também renovaram no meu coração a fé profunda encontrada na comunidade afro-americana, uma fé que foi posta à prova em certas ocasiões, mas que continua forte e vibrante”, diz na entrevista.

O primeiro cardeal afro-americano comenta essa singularidade: “Fui o primeiro em várias ocasiões. Fui o primeiro bispo auxiliar afro-americano de Chicago, o primeiro bispo afro-americano da Diocese de Belleville, o primeiro presidente afro-americano da Conferência Episcopal, então tive essa experiência”.

“Sinto sempre que se me mantenho perto do Senhor na minha vida de oração, pelo menos mantendo-me no caminho certo, que ser o primeiro é uma oportunidade de aproximar as culturas e as raças da Igreja”, afirma.

 

A Eucaristia, fonte de unidade

Comentando questões mais locais, como o documento dos bispos norte-americanos sobre a comunhão dos políticos – que finalmente foi aprovado em termos mais genéricos – acredita que “a cobertura antecipada, que prepara sempre um cenário, levantou questões extraordinariamente complexas”.

“Acho que a declaração foi a coisa mais adequada que poderíamos oferecer, dado o clima que estamos a enfrentar. Pessoalmente, creio que este problema não deve ser nunca uma fonte de divisão para nós. Sei que se converteu nisso para algumas pessoas que têm sentimentos fortes num sentido ou noutro. É triste constatar que a Eucaristia, que deveria ser o sacramento da unidade, é usada como expressão de divisão”, acrescentou.

Gregory também promoveu um plano de acção da Laudato Si’ na sua diocese.

“As pessoas em todo o mundo estão muito conscientes e cada vez mais conscientes de que a Terra e a sua vitalidade é uma responsabilidade que todos temos, para assegurar-nos que os recursos estão protegidos e que as coisas boas desta Terra se conservam para a próxima geração”, assinalou.

Também convidou as “pessoas a serem vacinadas. É muito claro que quem é vacinado tem certamente uma vantagem. Não sabemos quão grande será a vantagem, por se tratar de uma nova variante, mas é de se esperar que os proteja”, declarou em torno das últimas notícias da pandemia de coronavírus.

 

Artigo de Mateo González Alonso, publicado em Vida Nueva Digital a 30 de Novembro de 2021.

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