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DACS com Vida Nueva Digital | 1 Jun 2022
Papa Francisco: “Providência não significa esperar que chovam soluções do céu”
O Santo Padre convidou a família carismática dos Pobres Servos a “amar os pobres tornando-se pobres”.
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  © DR

O Papa Francisco quis sublinhar hoje, durante o seu encontro com os participantes dos capítulos gerais do ramo masculino e feminino dos Pobres Servos da Divina Providência, que isso “não significa esperar que as soluções dos problemas e os bens que são precisos chovam do céu”, mas “partilhar com os outros o pouco que temos para que a ninguém falte o necessário”.

“É a atitude de cuidado, mais necessária do que nunca para contrariar a da indiferença”, insistiu.

O Santo Padre convidou-os a “amar os pobres tornando-se pobres”+". Para isso, destacou que “as periferias geográficas e existenciais são o campo onde se anuncia o amor providencial do Pai através de uma misericórdia superabundante”. E é que é necessário manifestar “a ternura do rosto de Deus sem preconceitos ou exclusões”.

Da mesma forma, o Papa quis enfatizar que, acima de tudo, a missão do cristão é “dar a conhecer o amor do Pai”. Também para o carisma da família calabresa: “quando contemplamos Jesus na sua vida pública, na sua pregação, até nas conversas com os seus discípulos, vemos que este desejo estava em primeiro lugar no seu coração: dar a conhecer o Pai, fazer sentir a sua bondade”.

 

“Dar a conhecer o Pai”

“Assim vivia Jesus, totalmente imerso na vontade do Pai, e toda a sua missão visava introduzir-nos nesta relação filial, cuja característica essencial é a confiança na Providência: que o Pai nos conheça melhor do que nós e saiba melhor do que nós precisamos”, explicou Bergoglio.

Francisco pediu que “a cultura da partilha” não se perca.

“A mentalidade de quem parte o pão abençoando a Deus Pai, confiando que este pão será suficiente para nós e para o próximo necessitado. Foi assim que Jesus Cristo nos ensinou no milagre de partilhar – não de multiplicar – os pães e os peixes. Hoje precisamos de cristãos que sirvam à Providência praticando a partilha”.

 

“Nunca falar mal uns dos outros”

Nesse sentido, deu como exemplo o que os nossos avós faziam quando alguém batia à sua porta: “partilhar uma tigela de sopa ou polenta”. Por isso, sem “idealizar aquele mundo, nem refugiar-se em nostalgias estéreis”, o pontífice sublinhou que é necessário “recuperar certos valores” dos mais velhos.

O Papa também recomendou “nunca falarem mal uns dos outros”.

“Se vocês têm um problema com uma irmã ou um irmão, vão e digam-lhes. E se vocês não lhe podem dizer, engulam, sabem? Mas não vão semear preocupações que danificam e destroem. A bisbilhotice é um veneno mortal”.

Artigo de Israel Duro, publicado em Vida Nueva Digital a 30 de Maio de 2022.

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