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Departamento Arquidiocesano da Pastoral Familiar | 17 Nov 2022
Escola de Famílias 12 de novembro - resumo
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Pastoral Familiar: «Escola de Famílias» debateu o tema da adoção e do acolhimento de crianças e jovens

A «Escola de Famílias», atividade organizada pelo Departamento Arquidiocesano da Pastoral Familiar (DAPF), debateu, no passado sábado, 12 de novembro, o tema: “Filhos que queremos vs. Filhos que temos: Adoção e Famílias de Acolhimento”. A sessão decorreu no Arciprestado de Vila Verde e foi moderada pelo P. Paulo Duarte, sj, Assistente do DAPF.

Teresa e Gonçalo Mendes Barata, pais de cinco filhos (de 18, 14, 12, 7 e 6 anos), testemunharam como adotaram o mais velho, Alexandre, quando tinha quase 4 anos e graves problemas de audição, atrasos na fala e na mobilidade.  Ambos tinham a adoção como projeto de vida desde o namoro. Foi através do projeto «Famílias Solidárias», da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, que acabaram por chegar à adoção do Alexandre… Disseram logo que sim: “Deus deu-nos o Alexandre e o encontro foi uma alegria inexplicável” – referiram. Com emoção, contaram que o Alexandre quase não falava, mas eles sempre o entenderam. O dia em que o receberam, 4 de janeiro, é sempre celebrado com um jantar especial (com ementa escolhida pelo Alexandre)!

Pertencendo ao Movimento Apostólico de Schoenstatt, salientaram que a fé é fundamental em toda esta vivência. Todas as exigências e terapias necessárias têm sido encaradas com naturalidade, pois o Alexandre “é um filho em pleno, que Deus colocou no nosso caminho. Cabe aos pais colocarem a criança no centro e fazer o necessário.” –referiram Teresa e Gonçalo. Agora voltaram a «adotar» uma tia idosa, com quase 80 anos e alguns problemas de mobilidade, que estava com medo de viver sozinha. A tia foi também integrada na vivência familiar, onde há lugar e amor para todos. Com este gesto, sentem que foram “exemplo para muitos, pois a sociedade individualista traz a cultura da morte.

A temática das Famílias de Acolhimento foi desenvolvida por Sofia Marques, jurista, casada e mãe de seis filhos. Dedicada à área de Proteção de Menores há mais de 20 anos, abraçou o projeto «Amigos p’ra Vida» da Associação Candeia, coordenando também projetos da Companhia de Jesus e da Universidade Católica. Sofia Marques começou por lamentar que a infertilidade seja ainda o principal motivo para a adoção, quando esta devia ser uma opção. Salienta que há imensos entraves e, em geral, os casais não querem crianças com problemas ou que tenham sido vítimas de maus tratos…

Depois testemunhou como foram família de acolhimento das irmãs Marta e Maria, hoje com 19 e 18 anos, que mantiveram a ligação com a mãe biológica. Asseguraram a saúde, a educação, e tudo o que elas necessitassem. É aqui que entra a figura do Apadrinhamento Civil, que consiste em assumir o cuidado de crianças cujas famílias de origem estão incapazes de desempenhar essa tarefa. “Isto é fundamental para o bem‑estar destas crianças, pois têm uma grande falta de vínculos!” - salientou Sofia. O projeto Candeia dedica-se precisamente a encontrar crianças que precisem de apoio e encaminhá-las para famílias motivadas que as possam ajudar. No Apadrinhamento Civil, ainda bastante desconhecido, as famílias de origem continuam a estar presentes na vida da criança, estando esta protegida pela família de acolhimento.

Na partilha que se seguiu ao tema, salientou-se que as comunidades católicas têm de ser isso mesmo: serem capazes de criar verdadeira comunidade e apoiar as famílias adotivas e de acolhimento. Nem tudo são «rosas», mas a Páscoa vivida no dia-a-dia traz a ressurreição!

A finalizar, ficou bem clara a mensagem: Todas as crianças têm de ter a possibilidade de experimentar a alegria de viver em família!

O Departamento Arquidiocesano da Pastoral Familiar

 

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