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Juvenal Dinis | 5 Jul 2005
Férias
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Está a chegar o tempo das férias. As férias não são um tempo de não fazer nada. São um tempo de descanso, de relaxamento, de distensão. São um tempo para nos ocuparmos com outras coisas que não foi possível fazer durante o resto do ano. São um tempo propício para a leitura. Porque não, quando vamos de viagem ou para a praia ou monte, fazermo-nos acompanhar por um bom livro e lermos? As férias são um tempo de recuperação de energias, de carregamento de baterias para mais um ano de actividade. São também um tempo de encontros: de encontros uns com os outros, por exemplo, através da visita a parentes que já não vemos há muito tempo, a visita a algum amigo. Muitas pessoas aproveitam este tempo de férias para fazerem viagens: ir em peregrinação a santuários, mosteiros, para se encontrarem consigo mesmas e com Deus; outras, para conhecerem outros países, outras cidades, visitar museus, catedrais, etc… Outras pessoas rumam até à praia para aproveitar um pouco do sol e da água do mar, ou até à montanha para usufruir dos espaços verdes, da sombra das árvores e fazer caminhadas a pé. Há também quem aproveite as férias para participar em algumas acções de formação, em concertos, para ir ao teatro ou ao cinema. Esta época do ano é também propícia para nos encontrarmos a sós, pararmos e perguntarmos: quem sou eu? Donde venho? E para onde vou? Pode acontecer de andarmos mergulhados nas ocupações do dia-a-dia, no meio de todo este frenesim, stress diário, e nem sequer termos algum tempo para pensar que afinal existimos e somos mais que uma “máquina”, alguém que faz umas coisas. Somos seres pensantes e temos direito ao silêncio e ao repouso e a exprimir o nosso pensamento. O tempo de férias é um tempo de criatividade, de novas experiências, de criar novos laços e fazer novas amizades. Esta é a forma de estar do homem: “o homem é um ser social, e é um ser relacional”. Somos com os outros. É o outro que me revela quem eu sou. Temos necessidade do outro: todos os dias — desde o pão que comemos que alguém preparou para nós, à roupa que vestimos e que alguém fez – está aí a presença do outro. Que as férias não sejam um tempo de não fazer nada, mas um tempo rico e enriquecedor para todos nós. Aos pais cabe esta missão de ajudar os filhos a fazer um bom uso do seu tempo de lazer, para que seja um tempo de qualidade e de criatividade. Boas férias! Juvenal Dinis Departamento Arquidiocesano das Comunicações Sociais
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