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Jorge Oliveira / DM | 11 Fev 2016
"Arquidiocese de Braga é agora a minha Igreja e família"
D. Nuno Almeida quer ajudar a ser esperança para a sociedade.
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  © Avelino Lima

D. Nuno dos Santos Almeida prometeu ontem, no ato de tomada de posse como Bispo auxiliar de Braga, "participar com encanto e alegria na missão" da Igreja, uma ideia proposta na nota pastoral do Arcebispo D. Jorge Ortiga para o presente ano pastoral da Diocese de Braga.

"Venho para servir, com esta luz, este fogo, esta paixão que Cristo nos coloca no coração, e espero corresponder a este desafio do sr. D. Jorge já este ano e neste início de ministério episcopal", disse o prelado, depois de transmitir uma palavra de agradecimento pelo acolhimento na Arquidiocese de Braga.

Apesar de ter ainda alguns resquícios de saudade da Diocese de Viseu, o prelado declarou que a Arquidiocese de Braga é agora a sua Igreja, a sua família, e que vai procurar viver no dia a dia o seu lema episcopal, “Estou entre vós como aquele que serve” (Lc 22,27).

"Aqui estou para professar, para celebrar, para viver, para anunciar a fé que nos une e que nos congrega e que nos faz também arder de paixão, procurando imitar o Beato Bartolomeu dos Mártires", acrescentou.

D. Nuno Almeida pediu ao Arcebispo e ao bispo auxilar D. Francisco Senra Coelho colaboração na oração, na Palavra e na "correção fraterna", prometendo ainda fazer-se "próximo" dos sacerdotes, dos religiosos e religiosas, da Pastoral Vocacional e "em tudo aquilo que for necessário, procurando, assim, juntos, ser motivo de esperança para sociedade".

O novo bispo assumiu a presidência da Comissão Episcopal para Vocações, Ministérios e Missões e a Região Sul da Arquidiocese (262 paróquias de seis arcipresados - Vila do Conde/Póvoa de Varzim, Famalicão, Guimarães, Vizela, Fafe, Póvoa de Lanhoso, Cabeceiras  de Basto e Celorico de Basto). 

O Arcebispo de Braga, que presidiu à cerimónia de tomada de posse, depois de dar as boas-vindas a D. Nuno Almeida, disse que a Arquidiocese de Braga quer ser um "estímulo" para o seu novo bispo auxiliar, de 53 anos, que antes de vir para Braga estava à frente de 11 paróquias em Fornos de Algodres, Viseu.

"Cada um, no seu lugar, tem que ser um estímulo para que os nossos sacerdotes continuem a realizar a sua missão com aquele ardor de quem se orgulha de uma história da Diocese de Braga quase bimilenária, que teve bispos doutos, com capacidade de governo ímpar na cidade de Braga, e também bispos santos", realçou D. Jorge Ortiga.

Com quase todos os colaboradores dos Serviços Centrais presentes, o prelado sublinhou a importância do trabalho em "unidade evangélica e em unidade cristã" e pediu responsabilidade "pelo todo da Diocese".

No dia em que a Igreja Católica assinalou o início da Quaresma, o Arcebispo lembrou o que está proposto no programa pastoral da Diocese para este período que antecede a Páscoa (a ideia de conversão) e referiu-se à notícia da proximidade da canonização do Beato Bartolomeu dos Mártires, considerando que este "fenómeno", que "não acontece todos os dias", deve ser um "sinal" e um "estímulo" para os cristãos.

Evocando o lema do antigo bispo de Braga, "Arder e iluminar", D. Jorge disse que gostaria de ver na Arquidiocese os sacerdotes e os leigos com um coração "capaz de arder de amor a Cristo e à Igreja".

No ato de tomada de posse, que teve lugar na sala de reuniões da Cúria Arquiepiscopal, participaram ainda o Bispo auxiliar D. Francisco Senra Coelho e os vigários-gerais da Arquidiocese.

D. Francisco transmitiu a "alegria" que sentiu na Arquidiocese pela vinda de D. Nuno Almeida e não escondeu que fazia falta um novo Bispo em Braga. "É um bispo muito desejado", acrescentou.

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