Arquidiocese de Braga -
14 julho 2026
Arciprestado de Barcelos assinala 60 e 70 anos de sacerdócio de dois padres
DM
Celebrações foram assinaladas no passado domingo
O Arciprestado de Barcelos reuniu-se domingo, 12 de julho, em espírito de ação de graças e fraternidade, para celebrar os jubileus sacerdotais de dois presbíteros, nomeadamente os 60 anos de ordenação do padre Adélio Fernando Ribeiro de Matos e os 70 anos de sacerdócio do padre Armando Ferreira Guimarães.
As celebrações decorreram nas paróquias de Gilmonde e de Lama, em diferentes horários, juntando sacerdotes, familiares, amigos e fiéis, homenageando a «fidelidade» e o «serviço» de dois presbíteros que marcaram a vida da Igreja ao longo de várias décadas.
O padre Adélio Fernando Ribeiro de Matos, ordenado sacerdote em 10 de julho de 1966, celebrou o seu jubileu numa Eucaristia celebrada no Salão Paroquial de Gilmonde, às 11h00. A celebração foi presidida por D. Jorge Ortiga, Arcebispo Emérito de Braga, que enalteceu o testemunho de fidelidade, disponibilidade e dedicação do presbítero ao longo de seis décadas de ministério sacerdotal.
O padre Armando Ferreira Guimarães celebrou os 70 anos de sacerdócio numa Eucaristia na igreja paroquial de Lama, às 17h00, presidida pelo Arcebispo Metropolita de Braga, D. José Cordeiro.
Na homilia, o prelado agradeceu a Deus o exemplo de perseverança e entrega do sacerdote jubilado, destacando o valor do seu serviço pastoral e o acompanhamento dedicado às comunidades que acompanhou ao longo de sete décadas.
De acordo com uma nota do Arciprestado de Barcelos, estes dois jubileus constituíram um momento de «profunda gratidão a Deus pelo dom do sacerdócio» e pelo «testemunho» destes dois sacerdotes que, durante 60 e 70 anos, «anunciaram o Evangelho, celebraram os sacramentos e acompanharam o povo de Deus com dedicação e espírito de serviço».
A coincidência das celebrações com o domingo em que a Liturgia recordou a parábola do Semeador conferiu um significado mais profundo aos jubileus sacerdotais.
«Durante sessenta e setenta anos, estes sacerdotes saíram pelos caminhos das suas comunidades a lançar a boa semente do Evangelho. Muitas vezes sem conhecer os frutos, nunca deixaram de semear com confiança. Hoje, a Igreja dá graças a Deus por essa semente lançada ao longo de tantos anos, que continua a germinar na vida de tantas pessoas e comunidades», destaca o Arciprestado.
Na mesma nota, o Arciprestado pede ao Senhor que recompense estes dois presbíteros pela sua «fidelidade» e faça «frutificar ainda mais a obra que neles começou».
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