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DACS | 21 Mai 2021
Fases diocesana e continental marcam novo Sínodo em 2023
O tema é “Por uma Igreja sinodal: comunhão, participação e missão”.
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  © Ricardo Perna/Família Cristã

O Vaticano anunciou esta sexta-feira a realização da 16.ª assembleia geral do Sínodo dos Bispos em Outubro de 2023. A assembleia de bispos vai ter lugar um ano depois do que estava inicialmente agendado, será precedida por fases diocesanas e continentais e tem como tema “Por uma Igreja sinodal: comunhão, participação e missão”.

A abertura do Sínodo de 2023 tem lugar no Vaticano, sob a presidência do Papa, a 9 e 10 de Outubro de 2021, e a 17 de Outubro em cada diocese católica, sob a presidência do respectivo bispo.

Estas celebrações dão início à fase consultiva do Sínodo dos Bispos, partindo de um documento preparatório, um questionário e um vade-mécum (livro de referência) com propostas de consulta nas dioceses. 

Cada bispo deve nomear um responsável ou uma equipa diocesana para ser o ponto de referência e contacto com a conferência episcopal local. Cada conferência episcopal deve também nomear um responsável ou equipa para trabalhar com os responsáveis apontados por cada diocese e com a Secretaria-Geral do Sínodo dos Bispos.

A consulta aos fiéis de cada diocese terminará com uma reunião pré-sinodal, momento culminante do discernimento diocesano”. As conclusões de cada diocese devem ser enviadas à respectiva conferência episcopal até uma data determinada por esta, para redacção de uma síntese que deve chegar ao Vaticano antes de Abril de 2022 e será escrita pelos responsáveis que a conferência episcopal apontar e pelos representantes que estarão presentes no Sínodo.

Os documentos iniciais também serão enviados aos dicastérios da Cúria Romana, à União Internacional de Superioras Gerais e outras uniões e federações de consagrados, movimentos internacionais de leigos e universidades e faculdades de teologia, que irão fazer as suas próprias contribuições.

Fase continental dura até Março de 2023

A Secretaria-Geral do Sínodo, que recebe as sínteses dos contributos, procede à redacção do primeiro ‘Instrumentum Laboris’ (instrumento de trabalho) antes de Setembro de 2022.

O processo sinodal prossegue com uma fase continental entre Setembro de 2022 e Março de 2023, no qual cada comissão, conselho, conferência, federação ou reunião de conferências episcopais se debruça sobre o primeiro ‘Instrumentum Laboris’ e nomeia um responsável como figura de ligação com a Secretaria-Geral do Sínodo.

O Papa determina que estas assembleias continentais se concluam com a redação de um documento final, que será enviado à Santa Sé em Março de 2023. O Vaticano recomenda ainda a realização de assembleias internacionais de especialistas de forma paralela às reuniões pré-sinodais em nível continental.

Após a recolha destes contributos, a Secretaria-Geral do Sínodo tem a missão de redigir um segundo ‘Instrumentum Laboris’, antes de Junho de 2023, tendo lugar em Outubro desse ano a assembleia geral do Sínodo dos Bispos.

Francisco publicou, em Setembro de 2018, a constituição apostólica ‘Episcopalis Communio’ (Comunhão Episcopal), reforçando o papel do Sínodo dos Bispos e sublinhando a importância de continuar a dinâmica do Concílio Vaticano II.

Nesse documento, o Papa recorda que, apesar de as assembleias sinodais terem sido sempre consultivas até agora, o Direito Canónico permite que o pontífice conceda poder deliberativo à assembleia.

A nova constituição apostólica promove uma aproximação das assembleias sinodais ao modelo dos concílios ecuménicos, como o que foi realizado em quatro sessões entre 1962 e 1965.

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Palavras-Chave:
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