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Nova Ágora: 22 e 29 Março + 5 Abril
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DACS | 4 Mar 2019
Nova Ágora 2019 acontece em três cidades diferentes
Conferências acontecem a 22 e 29 de Março e a 5 de Abril. "Poder e Corrupção", "Populismos" e "Migrações" são os temas de 2019.
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A IV edição da Nova Ágora começa já este mês e este ano a iniciativa traz uma novidade: as conferências decorrem em Guimarães, Vila Nova de Famalicão e Braga.

No dia 22 de Março, sexta-feira, os "Olhares sobre o Poder e Corrupção" preenchem o Paço dos Duques, em Guimarães, com as intervenções de Joana Marques Vidal, Procuradora-Geral Adjunta no Tribunal Constitucional, Luís de Sousa, Subdirector e Investigador Auxiliarno Instituto de Ciências Sociais (ICS-ULisboa), e Paulo de Morais, Professor Universitário e Presidente da “Frente Cívica”. A moderação fica a cargo do jornalista António Mateus.

Na sexta-feira seguinte, dia 29 de Março, é a vez dos Populismos serem debatidos, desta vez na Casa das Artes, em Famalicão. Paulo Rangel, Deputado ao Parlamento Europeu e Vice-Presidente do PPE, José Filipe Pinto, Professor Catedrático da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, e Felipe Pathé Duarte, Professor/Investigador Universitário e Consultor lançam os seus "Olhares sobre... os Populismos". O jornalista Carlos Magno modera o debate.

A terceira e última conferência deste ano acontece novamente numa sexta-feira e em Braga, no Espaço Vita, à semelhança dos anos anteriores. António Vitorino, Director-geral da Organização Internacional para as Migrações, Pedro Calado, Alto-comissário para as Migrações, e José Luís Carneiro, Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, discutem as "Migrações" e encerram o ciclo de conferências desta Nova Ágora. A moderação fica a cargo de Ana Paula Marques, Professora Universidade do Minho.

Todas as conferências começam pelas 21h00 e a entrada é gratuita, mas está sujeita a inscrição em www.novaagora.pt.

 

Maturidade, partilha e diálogo

Fotografia: Avelino Lima / DM

A nova edição foi hoje apresentada em conferência de imprensa no Espaço Vita. O Pe. Paulo Terroso, director do Departamento de Comunicação da Arquidiocese de Braga, começou por explicar que a "descentralização" a que assistimos neste ciclo se prende com um certo grau de "maturidade" que a Nova Ágora já conseguiu atingir depois de quatro edições, exigindo assim uma nova dinâmica.

O Pe. Eduardo Duque, coordenador do evento, realçou o facto de a Nova Ágora substituir as antigas Conferências Quaresmais, proferidas na Sé Catedral pelo Arcebispo Primaz. 

"Vemos a Nova Ágora como um momento de encontro e partilha com outras pessoas. Cada vez mais faz sentido  esta dinâmica até porque a dimensão religiosa já não é a única a dar sentido à vida das pessoas e temos de respeitar isso", explicou.

O coordenador referiu ainda a Nova Ágora como uma iniciativa que vem colmatar um vazio, reforçando antes um diálogo entre ciência e religião.

O Arcebispo Primaz, D. Jorge Ortiga, referiu também as Conferências Quaresmais e explicou que a iniciativa também envolvia o público, mas de forma passiva. Por achar essa dinâmica insuficiente, sonhou um espaço que privilegiasse o diálogo e a partilha de ideias, capaz de formular uma pergunta existencial a todos os envolvidos.

"Sobre a corrupção, que muitas vezes envolve o poder, temos de nos perguntar: seremos capazes de erradicar este flagelo? (...)", questionou, sublinhando ainda a importância dos populismos, que "determinam orientações políticas em todo o planeta".

"As multidões procuram em outros lugares aquilo que não encontraram onde deveriam viver", apontou ainda o prelado sobre as migrações, reforçando a cada vez mais necessária política de acolhimento e esperança por parte dos países que têm condições de receber os mais pobres e necessitados.

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